A NOVA FASE DA PIAR

*Por Bruno Pinheiro

Fala galera!

Hoje tem novidade!

Todos que já falaram comigo ou com alguém da PiaR sabem que a gente acredita que fazer assessoria de imprensa é algo vital para toda e qualquer empresa, seja startup, PME ou multinacional.

E que, como reforçamos em todo canto, é um processo de longo prazo. Tanto é que, desde que fundei a PiaR, tenho por política não trabalhar com contratos menores do que seis meses. Todos os clientes que trabalham com a PiaR estão com contratos assinados com duração mínima de 6 meses.

É uma forma de mostrar que assessoria de imprensa precisa ser pensada para dar resultado lá na frente, e que nossa rotina é de construção lenta, porém sólida, do relacionamento com jornalistas. Eu, inclusive, era ainda mais radical e minha primeira oferta sempre foi de um contrato anual, amostra de tempo que considero ideal para análise completa da performance de PR.

Mas, ao longo desses quatro anos, não conseguimos oferecer nosso trabalho para 168 empresas (sim, eu contei todos os “prospects perdidos”). São startups que queriam ser clientes da PiaR, mas que não tinham como se comprometer com um contrato longo e, ao mesmo tempo, com o custo disso.

Sempre fui muito incisivo sobre o prazo de contrato, mas o fato é que não dá mais para ser quadrado, ser resistente a mudanças, quando o mercado te mostra que conceitos antigos precisam ser adaptados para o mercado moderno.

Briguei comigo mesmo, com conselheiros e com minha equipe porque não abria mão desses conceitos em troca de um faturamento maior.

Tinha receio de prejudicar a experiência de startups com assessoria de imprensa e, com isso, ajudar a contaminar ainda mais um mercado cheio de players que vendem o que não entregam.

Somado a isso, temos o fato de que não aceito o fato de assessoria de imprensa tornar-se “produtizável”, ou seja, não dá para colocar caixinhas nas ferramentas que utilizamos e nem vender nosso serviço como se fosse um celular pré-pago.

Aí cheguei ao meu ponto de inflexão: mas, e se tudo fosse transparente, se a gente acelerasse ao máximo a entrega em 3 meses para que as startups ficassem apaixonadas pelo nosso trabalho? E se a gente mostrasse que dá pra fazer PR por três meses só pra comprovar que é um serviço que as startups não podem abrir mão?

Todo mundo ganha: a startup que contratou, a PiaR, e o próprio segmento de assessorias, que tem mais clientes experimentando um serviço de qualidade.

Por isso, a novidade é essa: dividimos nosso serviço em dois planos. O primeiro chama Rocket, e oferece essa experiência mais intensa, mas mais enxuta de assessoria de imprensa. O segundo chama Orbit, que é o que já oferecemos hoje para os mais de 40 clientes que atendemos.

“Ah, Bruno, mas todas as startups vão querer o Rocket e não o Orbit”. Pode ser, mas eu acredito que não. Hoje as startups entendem que assessoria de imprensa é algo perene, para sempre; que construção de marca se faz o tempo todo; e que sair na mídia exige que você tenha um parceiro que te entenda. Ou seja: com o Rocket atendemos pura e simplesmente a situação financeira das startups – e essa situação por si só já separa as que têm mais maturidade das que ainda estão começando. O fit, no meu entendimento, é perfeito.

“Ah, mas os clientes que estão trabalhando com você há tanto tempo vão querer baixar os preços deles”. Pode ser, mas não acredito nisso também. Afinal, se estão com a PiaR há tanto tempo é porque a relação custo-benefício está ótima, estamos performando e os atendemos bem. Por que fariam um downgrade de plano se o que tem hoje se encaixa na realidade de cada um?

E por isso colocamos uma regra: o Rocket pode ser contratado apenas uma vez. Caso a startup queira continuar com a PiaR, ela automaticamente entra em órbit no plano Orbit, que aí sim tem contrato mínimo de seis meses.

Para resumir: queremos sim ter mais clientes, mas sabemos que isso significa mudar nossa oferta atual. Fui vencido e convencido pela realidade – e me espelho nos inúmeros amigos startupeiros que me ensinam diariamente que resiliência é a fórmula de sobrevivência dos mais fortes e competentes.

Poderia ter feito tudo isso em 2015 e 2016, anos de crise, extremamente difíceis para todo mundo. Estaria justificado pela necessidade econômica. Mas não. Agora é o momento.

Com isso, a PiaR entra em uma nova fase, sem perder sua essência, suas crenças, seus valores e, fundamentalmente, seus parceiros de sempre.

Vem trabalhar com a gente!

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